Estudo exclusivo apresenta a jornada das empresas brasileiras na adequação à LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) entrou em vigência no último mês de setembro, mas muitas empresas ainda estão vivenciando estágios diferentes em sua jornada de adequação. Nosso estudo exclusivo, com base em pesquisa nacional, aponta que 71% das empresas entrevistadas afirmaram ter níveis medianos e altos de conhecimento sobre a LGPD, mas, a depender do segmento e do porte, os desafios para essa adequação podem aumentar.

Entenda o grau de conhecimento e de preparação das empresas nacionais sobre como se adequarem ao novo cenário regulatório de forma mais ágil e eficaz. Quanto mais avançada na adequação, a empresa pode consolidar ainda mais a confiança dos seus consumidores.

Nele você vai encontrar:

  • As principais estratégias de coleta de dados de cada segmento empresarial;
  •  Os principais desafios enfrentados para se adequarem à lei, como o treinamento de pessoal;
  • Os processos de qualidade de dados mais utilizados; e
  • As áreas mais impactadas pela LGPD nas empresas.

Como garantir uma página de captura de dados adequada à LGPD

Em agosto de 2018 foi sancionada a Lei de Proteção de Dados – LGPD, que visa mudar como as organizações públicas e privadas coletam, tratam, guardam e processam os dados pessoais dos consumidores. A lei entrou em vigor em setembro de 2020 e regulamenta a privacidade e proteção aos dados pessoais, impactando de maneira drástica como empresas e órgãos públicos tratam a segurança das informações dos usuários. Com isso, a forma como você coleta os dados de seus clientes, por meio das páginas de captura, deverá ser repensada para se adequar à LGPD. 

Isso influencia até mesmo a forma como é planejada a sua estratégia de marketing. Mas fique tranquilo, nós vamos mostrar como garantir que uma landing page que esteja dentro das normas da nova lei.

Poder público na vanguarda da implementação da LGPD, por Eugênio Vasques

Em 22 de outubro de 2020, mediante esforço comum do Ministério da Economia, da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, e da Secretaria de Governo Digital foi publicada a Instrução Normativa DEGDI nº 100/2020, que dispõe sobre a indicação de Encarregado pelo Tratamento dos Dados Pessoais nos órgãos do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da informação – SISP.

Como fazer um mapeamento de dados de acordo com a LGPD?

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é uma realidade para o nosso país e todas as empresas que realizam o tratamento de dados pessoais precisam estar preparadas para recebê-la.
A LGPD tem o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa física. Para garantir a proteção, essa lei dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, em meios físicos e digitais, tanto por pessoa física quanto por pessoa jurídica, de direito público ou privado.
No artigo “Na prática: como potencializar a minha empresa para atender a Lei Geral de Proteção de Dados?”, coloquei 4 passos que a empresa precisa se atentar para iniciar o projeto de adequação e o terceiro passo é a construção de um Data Mapping, ou seja, o entendimento da estrutura interna para a construção de um mapeamento de dados pessoais.
Nesse artigo, você aprenderá o que precisa para construir esse mapeamento da LGPD.

Em 2021, organizações públicas serão avaliadas quanto às suas adequações à LGPD

TCU conduzirá auditoria para analisar se dados são processados em conformidade com a Lei

Lei 13.709/2018, denominada Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), dispõe sobre o tratamento de dados pessoais por pessoa natural ou por pessoa jurídica, com o intuito de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade, bem como o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural. Promulgada em 14 de agosto de 2018, inicialmente entraria em vigência dezoito meses após sua publicação. No entanto, o prazo foi estendido e passou a vigorar em agosto deste ano.

56% das empresas de tecnologia ainda precisam se adequar à LGPD

Mais da metade das companhias de tecnologia não se adequaram à exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A informação vem da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) que desenvolveu, em parceria com a EY, o Índice LGPD ABES. A ferramenta permite o diagnóstico de empresas em relação à sua adequação à nova lei. Dentre as mais de 2.050 empresas consultadas, de diversos segmentos, apenas 43,93% dos negócios em tecnologia estão em conformidade com a nova legislação.

Mesmo abaixo da média, o setor tecnológico apresenta números superiores ao do cenário geral, no qual apenas 39,45% atendem aos requisitos da LGPD. Segundo o presidente da ABES, Rodolfo Fücher, estar em conformidade com a LGPD é um desafio de todas as áreas de uma empresa, recursos humanos, vendas, marketing, financeiro, administrativo, e principalmente o jurídico e TI.