Brasileiros aceitam vender dados pessoais em troca de vantagens

Pesquisa mostra que 80% dos entrevistados não revelaram qualquer desconforto em usar seus dados pessoais para obter vantagens. Quase 40% não se importaram com o rastreamento das atividades pelos governos e quase 50% trocariam seus dados por vistos de entrada em outro país. Mis de 60% dos brasileiros nunca ouviram falar em social rating.

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Para cada dólar gasto em privacidade, empresas recebem US $ 2,70

É isso aí… A conta  é de um estudo da Cisco divulgado hoje, quando se celebra o Dia Internacional da Proteção de Dados. A partir de informações fornecidas por 2800 empresas de 13 países, incluindo o Brasil, a companhia calculou – pela primeira vez – o ROI da privacidade. O resultado revelou que a maioria das organizações está obtendo retornos muito positivos e mais de 40% estão realizando pelo menos o dobro de seus investimentos.

Ciberataques: média no Brasil é de 733 ataques por semana por empresa

Uma equipe da Check Point Research (CPR), que nos últimos seis meses acompanhou o cenário de ciberataques no País, constatou que uma organização brasileira está sendo atacada, em média, 733 vezes por semana, em comparação com 596 ataques por organização em todo o mundo. Os pesquisadores identificaram também que o principal malware do Brasil é o XMRig, impactando 13% das organizações.

Pesquisa pretende mapear proteção de dados dentro do Terceiro Setor

O cientista de dados Jérémie Dron está produzindo a pesquisa ‘Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e Terceiro Setor’. O estudo tem apoio da Atados e da Social Good Brasil.

O objetivo da pesquisa é entender se as Organizações da Sociedade Civil (OSCs) brasileiras sabem o que é a LGPD e já estão se preparando para cumpri-la, já que a nova lei entra em vigor em 2020.

LGPD exige readequações amplas nas empresas de Telecom

Levantamento do Serasa Experian mostra que 85% das companhias não estão preparadas para garantir novos direitos e cumprir deveres relacionados à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que entra em vigor em agosto do 2020. Muito abrangente, a legislação se aplica a qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada que lide com dados pessoais, entre as quais estão prestadoras de serviços de telecomunicações e os provedores de internet, que precisam se preparar.