Bancos digitais, Bacen e LGPD: como fica essa nova triangulação?

O surgimento dos chamados e-Bancos, bancos digitais ou mais popularmente conhecidos como fintechs, representa relevante parcela de mercado no boom de oportunidades como resposta positiva ao derivado de vivências do tradicional oferecimento de serviços das instituições bancárias que sucumbiu à burocratização que tangencia os processos dos grandes bancos. E a realidade prova a necessidade por mais canais seguros, transparentes e ágeis que auxiliem clientes a realizar suas transações financeiras e promovam a inclusão bancária de milhões de pessoas por meio de plataformas interativas (computador ou aplicativos) ao viabilizar a utilização simplificada do dinheiro em contas.

Facebook has finally launched its “clear history” button… but it doesn’t delete anything

Fonte: The Download newsletter – MIT Technology Review

The news: Facebook has launched its “Off-Facebook Activity” tool, which lets users manage and delete the data that third-party apps and websites share with Facebook. It was originally called the “Clear History” button when it was announced in 2018, as the company came under fire for sharing millions of Americans’ personal data with Cambridge Analytica.

A nasty shock: It’s worth going and seeing for yourself just how much data about you is being shared with Facebook. Here’s how to do it. I counted a grand total of 812 apps and websites sending data about me back to Facebook, from national newspapers to my local coffee shop. 

Not what it seems: Naturally, I pressed the button to clear the data from my account. But it’s a bit misleading—Facebook isn’t deleting any data from third-parties, it’s just de-linking it from its own data on you. It also doesn’t stop the third parties from sharing data with Facebook in future. You have to go to a different section of your Facebook settings to do that.

Para cada dólar gasto em privacidade, empresas recebem US $ 2,70

É isso aí… A conta  é de um estudo da Cisco divulgado hoje, quando se celebra o Dia Internacional da Proteção de Dados. A partir de informações fornecidas por 2800 empresas de 13 países, incluindo o Brasil, a companhia calculou – pela primeira vez – o ROI da privacidade. O resultado revelou que a maioria das organizações está obtendo retornos muito positivos e mais de 40% estão realizando pelo menos o dobro de seus investimentos.

Governança de dados é a chave para a transformação digital no Brasil

Falar de avanços tecnológicos no mundo, hoje, é sinônimo de expressões como “big data”, “analytics”, “transformação digital” e “disrupção”, que muitas vezes trazem em si a percepção de que algo muito complexo e abstrato está acontecendo dentro de diferentes companhias – cujo impacto é feroz e cada vez mais ágil.

Essa ideia não está totalmente errada, mas, trazendo o conceito para o cenário brasileiro, é possível perceber que a maior parte das empresas Brasileiras estacionaram, estão a dois passos atrás se comparadas às empresas do mesmo setor em países que são investidores altos em tecnologia, principalmente quando se trata do uso de tecnologias avançadas. Ainda se investe pouco do capital em inovação e o que se faz, certamente deve ter sido testado exaustivamente pelo mercado antes de ser adotado. Isso não quer dizer que o potencial de transformação não possa ser sentido no país, mas que existe um entrave essencial a ser superado antes que essa realidade possa se disseminar de forma homogênea: a governança de dados.

The new Washington Privacy Act raises the bar for privacy in the United States

This month, a bipartisan group of legislators in Washington state presented new legislation that could soon become the most comprehensive privacy law in the country. The centerpiece of this legislation, the Washington Privacy Act as substituted, goes further than the landmark bill California recently enacted and builds on the law Europeans have enjoyed for the past year and a half.

As Microsoft President Brad Smith shared in his blog post about our priorities for the state of Washington’s current legislative session, we believe it is important to enact strong data privacy protections to demonstrate our state’s leadership on what we believe will be one of the defining issues of our generation. People will only trust technology if they know their data is private and under their control, and new laws like these will help provide that assurance. We’re encouraged that privacy legislation in Washington has been welcomed by privacy advocates such as Consumer Reports and the Future of Privacy Forum.

Chegamos a 2020 e o aumento da tecnologia de vigilância parece inevitável

Todos os anos, desde 2006, o mundo celebra em 28 de janeiro o “Dia Internacional da Proteção de Dados”. Quando foi criada pelo Conselho Europeu, a data tinha o objetivo de informar a sociedade sobre nossos direitos como titulares de dados pessoais. E esclarecer ao cidadão que as questões relacionadas à proteção de dados estão inseridas no nosso dia a dia como indivíduos – nosso trabalho, nossa relação com as autoridades, nossa saúde, no uso dos aplicativos de esporte e entretenimento, na compra de produtos e serviços, na nossa navegação pela internet, etc.

LGPD passa a valer em agosto: lei irá mesmo proteger nossos dados?

Chegou a vez de o consumidor colocar as empresas contra a parede. Essa é a promessa da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) , que entra em vigor a partir de 20 de agosto. Além dos clientes, que devem ter suas informações rigorosamente protegidas, a própria legislação esmaga as companhias, ao exigir uma série de responsabilidades para que os dados que elas detêm sejam cuidadosamente armazenados para não serem vazados ou roubados por hackers.