Mapa mental da LGPD para o desenvolvimento de produtos digitais

Uma equipe composta de UX designers e desenvolvedores criou esse incrível mapa mental para servir de guia na criação de produtos digitais. O mapa está organizado em três esferas: o escopo da lei, definições e aplicações práticas, e inclui exemplos visuais de formulários de consentimento e interfaces de configurações de privacidade.

Calibrando o filtro da razoabilidade: critérios objetivos e subjetivos como fatores de uma análise de risco

A LGPD estabeleceu o “filtro da razoabilidade” para se definir quais dados seriam anonimizados – afastando, assim, a aplicação da lei. Essa expressão, contudo, possui textura aberta, o que possibilita uma aplicação dinâmica, capaz de acompanhar o desenvolvimento tecnológico e o apetite de risco dos atores. O terceiro tema da série “Impactos operacionais e normativos da LGPD” são os critérios objetivos e subjetivos para a aplicação do filtro da razoabilidade como modelo de análise de risco.

Boletim do OLGPD

Proteção de dados, Cadastro Positivo e a implementação da lei na prática
A partir de 11 de novembro, os 5 principais bancos do Brasil e por volta de 100 instituições financeiras começaram a compartilhar dados de brasileiros com o SPC Brasil. Espera-se que com isso o Cadastro Positivo passe a contar com ao menos 110 milhões de inscritos.

LGPD passa a valer em agosto: lei irá mesmo proteger nossos dados?

Chegou a vez de o consumidor colocar as empresas contra a parede. Essa é a promessa da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) , que entra em vigor a partir de 20 de agosto. Além dos clientes, que devem ter suas informações rigorosamente protegidas, a própria legislação esmaga as companhias, ao exigir uma série de responsabilidades para que os dados que elas detêm sejam cuidadosamente armazenados para não serem vazados ou roubados por hackers.

Lei de Proteção de Dados pode cair no vácuo regulatório, alerta Thomaz Pires

A menos de 8 meses para entrar em vigor, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) corre o risco de cair no infortúnio do impasse regulatório. O cenário é de incertezas e uma lista extensa de desafios para a nova legislação de privacidade. No epicentro deste contexto está a indefinição em torno do processo de criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão do Governo Federal cuja atribuição será regular as atividades de coleta e tratamento de dados pessoais no setor público e privado do país.

Governo terá guia para implantar a LGPD nos órgãos públicos

A menos de 200 dias da vigência da Lei Geral de Dados Pessoais, o governo federal enfrenta tantas, ou mais, dificuldades para cumprir as exigências da nova legislação. Em um trabalho paralelo com a transformação digital dos serviços públicos, a Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia também se debruça, no papel de ente central da TI federal, em como orientar os órgãos públicos nessa adaptação.

Especialista afirma que momento da Lei Geral de Proteção de Dados pede ação imediata

Com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) batendo na porta das empresas brasileiras, ainda são muitas as dúvidas a respeito da nova regulamentação. Porém, a pouco mais de 260 dias da data prevista para a lei passar a valer, o foco deve estar voltado para traçar estratégias e começar a agir, imediatamente, ao invés de tentar entender as inúmeras lacunas da nova regulamentação. É o que aconselhou o advogado da área de proteção de dados, tecnologia e inovação, Fabrício da Mota Alves, durante evento organizado pela MicroStrategy, em São Paulo (SP), na última semana. O papel da tecnologia – em especial, o business analytics e a governança de dados – também foi tema da discussão.