Estudo exclusivo apresenta a jornada das empresas brasileiras na adequação à LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) entrou em vigência no último mês de setembro, mas muitas empresas ainda estão vivenciando estágios diferentes em sua jornada de adequação. Nosso estudo exclusivo, com base em pesquisa nacional, aponta que 71% das empresas entrevistadas afirmaram ter níveis medianos e altos de conhecimento sobre a LGPD, mas, a depender do segmento e do porte, os desafios para essa adequação podem aumentar.

Entenda o grau de conhecimento e de preparação das empresas nacionais sobre como se adequarem ao novo cenário regulatório de forma mais ágil e eficaz. Quanto mais avançada na adequação, a empresa pode consolidar ainda mais a confiança dos seus consumidores.

Nele você vai encontrar:

  • As principais estratégias de coleta de dados de cada segmento empresarial;
  •  Os principais desafios enfrentados para se adequarem à lei, como o treinamento de pessoal;
  • Os processos de qualidade de dados mais utilizados; e
  • As áreas mais impactadas pela LGPD nas empresas.

[publicação] Proteção de dados nas eleições: Democracia e privacidade

Este documento é o produto do Grupo de Estudos em Proteção de Dados e Eleições, que reuniu, ao longo de sete meses, membros de diferentes organizações, como InternetLab, Data Privacy Brasil e Instituto Liberdade Digital, além de pesquisadores independentes.

O objetivo do grupo foi discutir, a partir das diferentes perspectivas trazidas pelos participantes, questões sensíveis sobre a proteção de dados pessoais no contexto eleitoral, considerando elementos como a aprovação e eventual vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e sua menção explícita pela Resolução nº 23.610/2019.Os seguintes temas foram debatidos ao longo dos meses pelo grupo: competência para apreciar violações a dados pessoais nas eleições, a extensão da aplicação da LGPD ao contexto eleitoral, e compliance e accountability eleitoral diante das normas de proteção de dados pessoais.

[AccessNow] ONG divulga recomendações sobre privacidade e proteção de dados na luta contra a COVID-19

Via Semanário InternetLab

No dia 31.03.2020, a organização Access Now lançou um relatório com recomendações de privacidade e proteção de dados para que os governos enfrentem a COVID-19 de uma maneira que respeite os direitos humanos. As recomendações do documento sobre privacidade e proteção de dados na luta contra o coronavírus se concentram em três categorias de medidas que as autoridades avançaram em todo o mundo: (i) coleta e uso de dados de saúde; (ii) rastreamento e geolocalização; e (iii) parcerias público-privadas. Segundo a líder global em proteção de dados da Access Now, Estelle Massé, a questão não é se os governos podem usar dados e tecnologia para ajudar a combater o vírus, mas como, recomendações centradas em direitos humanos ajudarão os tomadores de decisão nesse processo.

Gartner publica relatório “Predicts 2020” com previsões para o futuro da proteção de dados

Privacy and data protection are enforced by a growing number of regulations around the world. These predictions highlight for security and risk management leaders the correlation between new technology and regulatory impact, customer dependency, and commercial opportunity.

Predicts 2020: Embrace Privacy and Overcome Ambiguity to Drive Digital Transformation

The One-Year Impact of the General Data Protection Regulation (GDPR) on European Ventures

This report summarizes economic analyses of the consequences of GDPR for investment in new technology ventures in the European Union (EU). The analyses distinguish between the impacts on foreign and non-foreign investment, between younger and more established ventures, and between more and less data-reliant ventures. The results, utilizing global venture data, indicate that GDPR’s effects on investment in EU ventures are broadly negative, and particularly so for foreign investments, younger ventures, and data-reliant firms. The findings demonstrate a post-GDPR average reduction of 26.10% in the overall number of monthly EU deals and a 33.80% reduction in the average dollar amount raised per deal. |

[relatório] SEBRAE-SC publica relatório sobre a LGPD

Tendo menos de um ano para a lei entrar em vigor no país e com 85% das organizações brasileiras ainda despreparadas para as exigências da LGPD, de acordo com um levantamento feito pela Serasa Experian em 2019, o SIS preparou este relatório com o intuito de esclarecer aos pequenos negócios as obrigações legais criadas com a nova legislação e apresentar os desafios e oportunidades que surgem com o novo cenário.

[relatório] Age appropriate design: A code of practice for online services

Data sits at the heart of the digital services children use every day. From the moment a young person opens an app, plays a game or loads a website, data begins to be gathered. Who’s using the service? How are they using it? How frequently? Where from? On what device?

That information may then inform techniques used to persuade young people to spend more time using services, to shape the content they are encouraged to engage with, and to tailor the advertisements they see.

For all the benefits the digital economy can offer children, we are not currently creating a safe space for them to learn, explore and play.

This statutory code of practice looks to change that, not by seeking to protect children from the digital world, but by protecting them within it.

Making Data Work for the Poor: New Approaches to Data Protection and Privacy

AS THE COMMERCIAL USE OF PERSONAL DATA GROWS exponentially, so do concerns over whether that data will be used in consumers’ best interests. This is particularly true for financial services in emerging economies, where data expand the potential for reaching poor and underserved communities with suitable products but where customer protection risks are great. In many markets ranging from Indonesia to India and Kenya, it is unfair to impose the burden of consent on individuals to protect their data when such a large proportion of the population are opening accounts or coming online for the first time, literacy rates are low, and individuals face potential language and technological barriers.

Artificial intelligence: Human rights, social justice and development

Publicação da Global Information Society Watch cobre temas diversos relacionados à realização de direitos fundamentais em meio à sociedade da informação e frente aos desenvolvimentos da Inteligência Artificial. Traz, ainda, relatórios nacionais e regionais – o relatório brasileiro foi realizado pelo IP.rec.

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Artificial intelligence: Human rights, social justice and development

Publicação da Global Information Society Watch que aborda a realização de direitos fundamentais no contexto da sociedade da informação e frente aos desenvolvimentos da Inteligência Artificial. Também apresenta relatórios nacionais e regionais – o relatório brasileiro foi feito pelo IP.rec.

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